Aprenda a reconhecer a vespa-asiática, identificar os seus ninhos e agir em segurança. A informação certa ajuda a evitar riscos e facilita uma resposta mais rápida.
Uma espécie exótica invasora presente em Portugal, com impacto particular sobre as abelhas, outros insectos polinizadores e a actividade apícola.
A Vespa velutina, também conhecida como vespa-asiática ou vespa-das-patas-amarelas, apresenta características que permitem distingui-la de outras vespas. Conhecê-las ajuda a evitar identificações erradas e a comunicar de forma mais útil uma possível detecção.
Uma vespa isolada não deve ser confundida automaticamente com uma situação de perigo. O risco aumenta sobretudo na proximidade de um ninho, que pode ser defendido activamente pela colónia quando é perturbado.
Ajudar a população a distinguir a espécie, reconhecer diferentes tipos de ninho, perceber o ciclo anual e saber como comunicar uma suspeita sem se colocar em risco.
A combinação das características é mais importante do que uma característica isolada. Se conseguir observar em segurança, procure estes sinais.
Ao longo do ano a colónia pode passar de um pequeno ninho primário, construído pela rainha, para um ninho secundário muito maior. A localização e a abertura do ninho ajudam na identificação.
Surge habitualmente na Primavera, inicialmente construído pela rainha em local protegido. É pequeno, aproximadamente esférico, e pode ser encontrado em alpendres, anexos, estruturas cobertas, cavidades ou outros locais abrigados.
Nos ninhos embrionários a abertura encontra-se geralmente na parte inferior.
Com o crescimento da colónia pode surgir um ninho maior, muitas vezes em árvores e a vários metros do solo, embora também possa ocorrer em edifícios ou sebes.
Tende a apresentar forma arredondada ou de pêra e uma pequena entrada lateral.
A rainha fecundada inicia a colónia e constrói o primeiro ninho.
Nascem obreiras e a actividade da colónia aumenta progressivamente.
A colónia pode atingir grande dimensão e o ninho torna-se muito mais activo.
As futuras fundadoras abandonam o ninho; o ninho antigo não volta a ser reutilizado.
O melhor contributo do cidadão é observar sem perturbar, registar a localização e comunicar. A destruição improvisada pode aumentar o risco para pessoas próximas e dificultar o controlo.
O mapa apresenta apenas os registos municipais associados ao STOPvespa em 2026, agregados numa grelha de 1 km × 1 km. A localização exacta de cada registo não é divulgada. Ao seleccionar uma quadrícula pode comparar o valor de 2026 com os três anos anteriores.
Os valores apresentados correspondem a registos da tabela municipal de pedidos associados ao evento STOPvespa. A representação pública é agregada por quadrícula de 1 km, não revela a posição exacta dos registos e um registo histórico não significa que exista actualmente um ninho activo nesse local.
O registo georreferenciado ajuda a identificar correctamente o local e encaminha a informação para as entidades responsáveis. Sempre que seja seguro, inclua fotografias que facilitem a confirmação.
Divulgue informação sobre a Vespa velutina, os cuidados a adoptar e a forma correcta de reportar ninhos.